11ª Jornada discutiu Metodologias Ágeis

Data 14/10/2011

importância da gestão do conhecimento, integração de novos colaboradores à equipe de desenvolvimento de software e como os requisitos da manutenção do código são disseminados. Essas foram algumas questões discutidas na 11ª Jornada Goiana em Engenharia de Software (JGES), nos dias 7 e 8 de outubro, em Goiânia (GO). Com o tema “Metodologias Ágeis”, a proposta era discutir quais as ameaças e oportunidades deste novo paradigma de desenvolvimento.

O evento contou com cerca de 270 participantes, que prestigiaram palestras, mesa-redonda e workshop, com grandes nomes do cenário nacional de TI. Thiago Burgo (Diretor de Operações da empresa Inove), Heron Aguiar (consultor da SW Quality), Eduardo Meira Peres (Professor da PUC-RS e sócio da Dbserver), José Papo (Especialista de ferramentas de desenvolvimento e ALM na Microsoft Brasil) e Daniel Wildt (Diretor da Trevisan Tecnologia) foram os palestrantes do evento. Eles apontaram as experiências de sucesso e também as estratégias que não funcionaram na adoção dos métodos ágeis.

Para o Diretor de Tecnologia da LG Sistemas, Eduardo Virgílio, – também membro do comitê técnico organizador do evento – o sucesso do tema escolhido pelos participantes de 2010 se deve ao estágio de maturidade da metodologia. Segundo ele, “Se no passado havia uma contraposição clara e contundente entre os métodos rigorosos – tais como o CMMi e as normas ISO – e os métodos ágeis – encabeçados pelo SCRUM – pelo visto essas diferenças tem deixado os fiéis defensores de cada vertente à vontade em buscar e empregar livremente as vantagens de cada uma delas”.

Métodos Ágeis

Para André Luís Alves, profissional da área de desenvolvimento de software em Goiânia, o ponto alto do evento deste ano foi o workshop, realizado no segundo dia da JGES: “Acho que esse era o elemento que faltava no evento. Sempre tínhamos a comunicação em uma só direção e o workshop permitiu o contrário, o que em minha opinião é fantástico!”

Já para o estudante de engenharia de software, Igor Vinícius, a JGES é sempre um complemento da faculdade, em que é possível ver a realidade de mercado de diversos locais do País. Para ele, o mais interessante, foi poder aprender como se realiza um projeto usando metodologias ágeis, mais especificamente o SCRUM: “Tive a oportunidade de monitorar algumas atividades durante o workshop e foi muito gratificante”.

Importância da JGES

A Jornada Goiana em Engenharia de Software foi criada pela LG Sistemas. A empresa também mantém o evento, com a ajuda de um comitê técnico e com o patrocínio de algumas organizações. A JGES é representativa para todo setor de TI de Goiás, já que proporciona discussões localmente, facilitando a atualização tecnológica dos profissionais e empresas, que não precisam levar centenas e centenas de profissionais para os grandes centros.

Almir Firmino da Silva, profissional que participou de todas as edições da JGES, comentou a expressividade do evento. Para ele, a jornada é muito importante para a região, pois trata de assuntos atualizados e tendências de mercado: “A edição deste ano mostrou que as metodologias ágeis são bastante difundidas em outras regiões e a área de TI goiana precisa imergir também neste cenário”.

Já o Diretor de Tecnologia da LG Sistemas, Eduardo Virgílio, complementa que o evento enriquece a cada edição: “Vejo que a nossa Jornada envelhece com galhardia e elegância. São dez anos de evento e tenho certeza que o público desta edição adorou a JGES, assim como eu também aproveitei e me emocionei”.

11ª Jornada discutiu Metodologias Ágeis

Cerca de 270 participantes prestigiaram os debates sobre Metodologias Ágeis, na 11ª JGES.