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6 desafios que movimentarão os RHs em 2016

Data 16/05/2016

Atrair e reter talentos, desenvolver futuros líderes, estabelecer indicadores e métricas para tomada de decisão, promover o engajamento dos colaboradores, entre outros desafios, fazem parte dos objetivos da área de Recursos Humanos nos últimos anos.
Somado a isso, temos um atual contexto econômico, político e social no Brasil que está norteando as ações da área de gestão de pessoas em 2016. O momento econômico que o país enfrenta vem moldando a forma de atuação dos RHs brasileiros. É preciso se adaptar para sobreviver.

Considerando, então, o cenário atual, quais são os temas que movimentarão os RHs em 2016 e determinarão o sucesso e fracasso de muitas empresas? A Huma ouviu alguns especialistas da área sobre o assunto e compartilha com você. Confira:

1)    Foco na produtividade

Para o Diretor de Educação da ABRH-Brasil, Luiz Edmundo, uma das tendências entre as organizações é a busca pelo aumento de produtividade, através da revisão de suas estruturas. E é nesse ponto que o RH tem papel fundamental. “Se uma reestruturação é bem-feita, ela será algo muito positivo para a organização. As empresas poderão aproveitar melhor seus talentos e, consequentemente, aprimorar seu rendimento e qualidade. Muitas vezes, com quadros mais leves e enxutos, os processos ficam melhores, o que facilita a inovação”.

2)    Desenvolvimento com baixo custo

Luiz Edmundo comenta ainda que um orçamento restrito não é empecilho para que as empresas liberem sua criatividade no próximo ano. Para ele, é justamente nesses momentos que o RH deve buscar novas ideias de como melhorar o seu trabalho. O diretor cita como exemplo a educação corporativa, que traz os famosos MOOCs (Massive Open Online Course), que são plataformas de cursos abertos e gratuitos realizados pela internet.

3)    Remuneração aderente ao bolso das empresas

Para 2016, os pacotes de benefícios e salários tendem a ficar estáticos. Segundo a Gerente Sênior da Divisão Legal da Robert Half, Mariana Horno, isso trará algumas mudanças no mercado de trabalho, principalmente nas recolocações. “As pessoas trocarão de emprego não pelo salário, mas pela chance de desenvolver novas habilidades, ampliar suas responsabilidades ou encarar a mudança como um investimento de longo prazo, vislumbrando oportunidades de crescimento e desenvolvimento”, pontua a gerente.

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