Brasileiras ainda estão longe do topo

Data 16/09/2013

Embora executivas como Graça Foster, Luiza Helena Trajano e Chieko Aoki se destaquem no comando de grandes empresas, elas são exceções no país. Estudo inédito realizado pela Escola de Direito da FGV, em parceria com a FEA-USP, revelou que nos últimos 15 anos a presença feminina nos altos cargos em companhias de capital aberto no Brasil se manteve estagnada, com média de 8%.

O professor Alexandre Di Miceli, da FEA-USP, afirma que as mulheres fizeram avanços significativos no ingresso nas universidades e no mercado de trabalho, mas isso não se reflete no topo da hierarquia. Durante o período analisado, praticamente metade das companhias não teve sequer uma mulher em seus conselhos de administração. Em 66% delas, nenhuma profissional fez parte da diretoria executiva. "Essa sub-representação pode ser um problema tanto em termos de qualidade na tomada de decisão quanto do aproveitamento eficiente de talentos", diz.


*Essa notícia foi publicada no site Valor Econômico, em 16/09/2013

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