A evolução da tecnologia mobile e seu reflexo para a área de RH

Data 02/04/2019
tecnologia mobile

A tecnologia mobile teve início, na teoria, em 1947. Porém, somente em 1973, com a primeira chamada feita através de um celular, a ideia de que poderíamos nos comunicar através de dispositivos menores, a qualquer hora e a qualquer lugar, sem necessidade de conexão por fio foi concretizada. Sem dúvidas, esse foi um fato que transformou a história de como nos relacionamos atualmente.

O mercado se abriu para esse segmento e muitas empresas apostaram na tendência. Com isso, em 1983, os aparelhos começaram a ser vendidos nos EUA. De lá para cá, essa tecnologia evoluiu exponencialmente e os celulares comercializados atualmente são totalmente diferentes dos primeiros. Com a diminuição de tamanho e aumento de funções, o celular passou a ser o principal dispositivo para comunicação e acesso à internet.

Dados comprovados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontaram que cerca de 92% das casas brasileiras têm pelo menos um telefone móvel e esse é o equipamento mais utilizado para o acesso à internet (95%), passando à frente do computador (64%). De acordo com a pesquisa Global Mobile Consumer Survey 2018, realizada pela Deloitte, a penetração dos smartphones cresce a cada dia no Brasil: em 2015, eram 77%, que passaram para 80%, em 2016, 87%, em 2017, chegando a 92%, em 2018.

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A possibilidade de acessar qualquer informação em qualquer lugar fez com que a adesão aos smartphones fosse extremamente alta. Agora, esse tipo de tecnologia faz parte do dia a dia das pessoas e é utilizada para diversas atividades além da troca de mensagens e ligações, como transações bancárias, acesso a documentos, acompanhamento da saúde e, inclusive, tarefas de trabalho.

Na parte corporativa, a tecnologia mobile facilita atividades cotidianas, trazendo melhorias nos processos de atendimento de clientes e gestão de pessoas. A área de RH é uma das que colhem os resultados positivos dessa ferramenta. No estudo conduzido pela Deloitte, mais de 60% dos respondentes disseram que utilizam o smartphone para o trabalho fora do horário. E, para 76%, é comum utilizar o aparelho para fins pessoais durante o trabalho. Ou seja, ficou imprescindível que as organizações se preparem para que seus colaboradores utilizem de forma consciente e útil seus celulares.

Tecnologia mobile no RH

Segundo Marcello Porto, Diretor de Produtos da LG lugar de gente, estamos na era da mobilidade. E, para o RH, isso significa autoatendimento para colaboradores, descentralização das atividades, praticidade para gestores, agilidade e produtividade nos processos, facilidade para acesso a relatórios e mobile learning. “Importante reforçar que alguns serviços que são oferecidos hoje podem evoluir no futuro. Isso não é algo estático”, avalia.

Para o diretor, um dos maiores ganhos é a produtividade, principalmente se a experiência do usuário for pensada para simplificar atividades, trazer facilidade de uso e disponibilizar recursos realmente relevantes. “A LG lugar de gente possui alguns aplicativos mobile com serviços para a gestão de pessoas. Assim, conseguimos apoiar as empresas no desafio constante de engajar seus talentos e aumentar seus resultados”, comenta.

No Gen.te Mobile, por exemplo, foi registrado um aumento de 138% no uso do app de 2017 para 2018, crescendo de 7,1 milhões de acessos para 16,9 milhões. No sistema operacional Android, o aumento foi de 121%. Já no da IOS, o crescimento foi de 170%. Os dados foram colhidos pelo Flurry Analytics.

Marcello explica que, no Gen.te Mobile, a marcação de ponto é o serviço mais utilizado, seguido pela conferência de recibo de pagamento. Mas ele ressalta que as empresas estão livres para criarem os relatórios que mais forem aderentes à sua realidade. “Assim como o recibo de pagamento, temos o informe de rendimentos, organograma e várias outras informações. Além disso, é possível automatizar processos através de workflows, atendendo a gestores, RH e colaboradores”, comenta ele.

De acordo com Marcello Porto, a cada dia, o RH tem que se renovar e buscar alternativas para superar seus desafios, seja no momento da contratação até na hora de promover ou desligar um colaborador. “Nesse sentido, recentemente, a tecnologia mobile tem migrado, aos poucos, dos smartphones para os dispositivos wearables. Por isso, agora, alguns recursos também estão disponíveis para smartwatch”, conta o diretor.

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Saiba mais sobre o autoatendimento para smartwatch.

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