Por que a gestão de talentos da sua empresa precisa ser revista imediatamente?

Data 01/09/2020

A gestão de talentos é uma preocupação central nas organizações que pretendem não apenas reter os melhores profissionais, e sim mantê-los engajados em busca de competitividade. Contudo, essa é uma estratégia que ainda parece deficiente na maioria das organizações. Será que esse é o caso da sua empresa?

Depois de ouvir mais de 1 mil profissionais entre colaboradores, diretores de RH e gestores de talentos em mais de 130 organizações, o Gartner compôs o relatório Performance Management that Delivers no segundo semestre de 2019. De acordo com os dados levantados, 81% dos líderes de RH afirmaram que estavam fazendo mudanças em seus processos de gestão de desempenho.

O desafio da gestão de talentos

Os dados do relatório são alarmantes. Para 82% dos líderes de gestão de pessoas os sistemas de controle de talentos de suas empresas não alcança o objetivo primário e para 62% os modelos atuais não atendem às necessidades do negócio.

Ainda que esse movimento amplo em busca de novas soluções para o problema seja motivado pela ineficácia dos modelos atuais, a maioria dos executivos afirma não ter certeza se os novos métodos e ferramentas trarão resultados melhores.

Para a maioria dos entrevistados, muitas das tecnologias disponíveis no mercado exigem muito esforço e tempo, são complexas e com baixa usabilidade. Daniella Vasconcellos, Gerente de Operações HCM na LG lugar de gente, afirma que o Gen.te Cresce – Calibragem pode ser uma solução, a ferramenta busca sanar essas dificuldades para se integrar organicamente nos processos do RH.

Criada para permitir uma visão gerencial completa dos times, a ferramenta contribui para uma melhor gestão, plano de sucessão, reconhecimento de habilidades e desenvolvimento das equipes de uma forma interativa e intuitiva.

Benefícios de ampliar a visão

Para Daniella, esse nível de controle sobre a gestão de pessoas oferece uma série de benefícios para a organização. “Permite à organização visualizar o posicionamento de seus colaboradores e movimentá-los de acordo com a definição estratégica, a identificação e retenção de talentos e recursos chave e a definição dos comportamentos necessários para desenvolvimento de novas competências”, enumera.

Além disso, os ganhos com a desenho da situação da empresa atendem tanto às necessidades internas quanto aos anseios dos colaboradores ao alinhar as expectativas de funcionários e organização.

Daniella Vasconcellos gestão talentos
Daniella Vasconcellos, Gerente de Operações HCM na LG lugar de gente

“O Gen.te Cresce – Calibragem oferece maior assertividade na promoção e/ou movimentação de colaboradores. Os profissionais com desempenho inferior poderão ser acompanhados através de um plano de desenvolvimento estruturado, com cronogramas e prazos estabelecidos”, explica a gerente.

Nesse cenário, a solução oferecida pela LG lugar de gente tem sua usabilidade como destaque já que, de acordo com os números apurados pelo Gartner, 38% dos gestores buscam por ferramentas que tornem os processos mais fáceis e 29% desejam sistemas que demandem menos tempo.

“Os principais diferenciais do Gen.te Cresce – Calibragem são sua interface ágil para movimentação dos colaboradores entre os quadrantes, a possibilidade de configuração dos quadrantes até 36 boxes e a fácil importação de dados, seja por informações de outro software ou pela integração nativa com a solução HCM da LG lugar de gente”, ressalta Daniella.

O RH e o Comitê de Calibragem

Essa urgência de alinhar as necessidades da organização e do colaborador reforça a importância de investir no modelo de gestão de talentos baseado em ferramentas que proporcionem uma visão completa da força de trabalho.

Segundo Daniella, mais do que acompanhar o desenvolvimento desses profissionais, o sistema também permite que a empresa tenha esses talentos como pilares na relação com as demais pessoas da organização.

“Através da identificação dos talentos, é possível realizar um programa de capacitação interna, onde esses colaboradores compartilham com os demais o seu conhecimento, promovendo assim o engajamento entre equipes”, salienta.

Nesse contexto, a formação de um Comitê de Calibragem é um passo evolutivo no processo capaz de ampliar os resultados da organização de forma substancial na gestão de competências. Isso acontece porque esse grupo age alimentado por dados para comparar os índices demandados pelos líderes e eliminar vieses comuns nas avaliações individuais.

“O Comitê de Calibragem permite uma visão integrada do profissional, já que considera resultados das diferentes perspectivas provenientes da avaliação de competências (auto, gestor, equipe, pares e cliente interno), aliadas à percepção de cada membro do comitê, assegurando maior legitimidade e transparência em todo o processo”, esclarece.

Por fim, Daniella Vasconcellos reforça que o nível de assertividade conferido por ferramentas de gestão de talentos capazes de atender às demandas da liderança é essencial para a organização que busca o crescimento contínuo.

“Essa visão mais completa permite que a empresa identifique os gaps e promova o desenvolvimento de forma contínua e assertiva, fortalecendo os talentos e promovendo a retenção”, conclui.

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