Giro: Colegas tagarelas atrapalham a produtividade

Data 05/01/2015

Mais estresse em casa

Um novo estudo da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, apontou que boa parte das pessoas se estressa mais em casa do que no trabalho. A pesquisa foi feita com 122 americanos que tiveram seus níveis de cortisol, hormônio que libera o estresse, monitorados três vezes ao dia através da saliva. Além disso, os voluntários também foram incentivados a analisar seu nível de humor em ambos ambientes.

O resultado mostrou que o nível de cortisol das pessoas era muito menor quando estavam no trabalho do que em casa, independentemente da camada socioeconômica dos participantes. Ainda assim, a pesquisa destacou que os homens se sentem mais felizes em casa do que as mulheres. O que também denota que apesar das mudanças nos últimos anos, existe um desequilíbrio nas responsabilidades domiciliares.

Colegas tagarelas atrapalham a produtividade

Pesquisa feita pela consultoria americana Lee Hecht Harrison demonstrou que conversas paralelas são o principal fator de perturbação no ambiente corporativo. No total, 848 profissionais nos Estados Unidos apontaram o que eles consideram a pior distração do trabalho. 45% citaram os colegas tagarelas como a principal causa de interrupção.

Outros fatores identificados através do estudo foram os e-mails, com 18% dos votos, odores (9%), chamadas telefônicas (8%), barulho ambiente (6%), arquitetura do ambiente corporativo (5%) e tecnologia (4%). De acordo com o vice-presidente executivo de marketing e efetividade de vendas da Lee Hecht Harrison, Jim Greenway, as interrupções e distrações se desenvolvem quando um colega tagarela perde a capacidade de discernimento, por isso, não compreende os limites e não sabe interpretar a linguagem corporal.

“Conversas no corredor ou pequenas paradas na mesa do colega para um bate-papo podem render grandes benefícios em termos de colaboração, gerando novas ideias, criando confiança e aumentando a produtividade. Contudo, muita conversa também pode ser um fator de distração, como apontou nossa pesquisa”, explicou Jim Greenway.

Com informações do Valor Econômico

 

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