Inteligência emocional é exigência do mercado de trabalho

Data 01/11/2016

inteligencia emocional

Identificar e controlar as emoções nem sempre é uma tarefa fácil, sobretudo sob a influência da pressão por resultado, dia a dia das empresas. A chamada inteligência emocional envolve habilidades para perceber, entender e influenciar os próprios sentimentos e os de outras pessoas. Segundo pesquisa realizada pelo professor Richard E. Boyatzis, a consultoria Hay Group e o psicólogo Daniel Goleman, as mulheres superam os homens em 11 das 12 competências de inteligência emocional. São elas: 

– Orientação para o resultado;
– Adaptabilidade;
– Coaching e mentoring; 
– Gestão de conflito; 
– Empatia; 
– Autoconhecimento emocional;
– Liderança inspiradora; 
– Influência; 
– Entendimento organizacional; 
– Otimismo;
– Trabalho em equipe. 

Os dois sexos só empatam quando o assunto é controle emocional.

Um indivíduo emocionalmente inteligente é aquele que consegue identificar suas emoções com mais facilidade, além de apresentar a capacidade de controlar impulsos, canalizar emoções, praticar a gratidão e motivar e encorajar as pessoas. Uma das grandes vantagens dessas pessoas é a capacidade de se automotivar e seguir em frente, mesmo diante de frustrações e desilusões. 

Atualmente, a inteligência emocional tem sido uma das habilidades mais procuradas pelos recrutadores no momento da seleção. O controle das emoções para atingir objetivos é considerado um dos principais trunfos para o sucesso pessoal e profissional. Uma pessoa que consegue se concentrar no trabalho e finalizar todas as suas tarefas mesmo estando triste ou aborrecida alcança um sucesso profissional maior e mais rapidamente.

O momento atual do mercado é ideal para desenvolver ainda mais características ligadas à inteligência emocional.

Este post possui informações da Gestão e RH.

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