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Intervalo do almoço pode aumentar o nível de fadiga do profissional

Data 28/10/2013

Uma recente pesquisa feita pela Universidade de Toronto, no Canadá, concluiu que nem sempre ter o tempo livre na hora do almoço é a melhor opção. Os resultados apontaram para uma maior sensação de fadiga ao final do dia nos funcionários que tiraram intervalo do trabalho para almoçar, em vez de comer em suas mesas.

Os pesquisadores interrogaram funcionários da área administrativa sobre o que eles faziam no intervalo do almoço, por um período de 10 dias. Então, foi pedido que os colegas de trabalho relatassem o quão cansados os participantes pareciam ao final de cada dia de trabalho.

Os resultados sugerem que almoçar nas mesas de trabalho, sem tirar um tempo para relaxar, é melhor. Entretanto, foi concluído também que o fator principal desse benefício é a liberdade de escolha do funcionário em ter ou não o horário livre.

Quando o trabalhador escolhe se vai tirar algum tempo de folga e socializar com os colegas ou se vai continuar na empresa durante esse horário, os níveis de fadiga decaem consideravelmente. Co-autor da pesquisa, professor John Trugakos, disse: "O aspecto de autonomia ajuda a compensar o que nós, tradicionalmente, pensávamos não ser uma boa forma de passar o tempo livre."

No Reino Unido, o intervalo para almoço já não é mais unanimidade nas empresas. Com os sindicatos indicando uma necessidade real de 20 minutos de intervalo para quem trabalha mais de seis horas por dia – não necessariamente na hora do almoço -, a pesquisa constatou que 60% dos funcionários almoçam em suas mesas de trabalho.

*Essa notícia foi publicada no site Administradores, em 24/10/2013

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