O peso da inovação para os jovens talentos

Data 30/01/2013

A próxima geração de líderes crê que a inovação é um item essencial para o crescimento dos negócios. É o que mostra uma pesquisa feita pela Deloitte com mais de 5 000 jovens profissionais de 18 países, entre eles o Brasil.

De acordo com o estudo, 84% dos entrevistados consideram que as inovações dos negócios têm um impacto positivo na sociedade e 65% acreditam que as atividades de suas empresas beneficiam a sociedade de alguma maneira. Quase metade dos entrevistados (45%) considera que as inovações do ambiente corporativo geram mais impactos positivos na sociedade do que as inovações do governo (18%) e das entidades acadêmicas (17%).

O problema é que apenas 26% dos jovens acham que seus líderes estão fazendo o suficiente para encorajar práticas que promovam a inovação. “Ou as empresas acompanham as inovações promovendo novas ideias que prosperem ou acabarão perdendo espaço no mercado”, afirma Milton Da Vila, líder da prática de inovação da Deloitte.

Como promover a inovação

Do total de entrevistados, 39% acreditam que a arte de inovar surge por meio de incentivos e recompensas para novas ideias e criatividade, mas apenas 20% dizem que a sua atual empresa trabalha dessa maneira.

Outros 34% acreditam que a organização precisa oferecer tempo livre para os funcionários se dedicarem ao aprendizado e a criatividade, porém, essa é uma realidade para 17%.

Ainda sobre os pré-requisitos para a inovação, os pesquisados defendem a liberdade de criação (32%) e o incentivo ao pensamento inovador em todos os níveis de uma empresa (42%).
Quem são os inovadores

Os jovens da pesquisa que fazem parte dos países do BRIC consideram-se inovadores, bem como suas empresas. O contrário acontece no Japão. Por lá, apenas 25% dos respondentes classificam seus líderes como inovadores.

No geral, seis em cada dez (62%) entrevistados creem que são inovadores. Os jovens que possuem esse pensamento de forma mais convicta estão na Índia (81%), Tailândia (79%), África do Sul (78%) e Brasil (77%).
 


*Essa notícia foi publicada no site Você RH, em 24/1/2013

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