O que motiva um geek a aceitar um emprego

Data 29/05/2012

O mercado da tecnologia nunca foi tão proeminente. Milhares de empresas são criadas e novas profissões surgem para atender às novas demandas da inovação. Os jovens têm uma abertura e status no mercado de trabalho que raramente alcançariam em outras circunstâncias e profissionais com habilidades específicas na área tecnológica são cada vez mais solicitados.

A procura por esses profissionais, muitas vezes chamados de geeks, é muito grande, principalmente em novas empresas na área da tecnologia. Infelizmente, a demanda e a oferta não são semelhantes, fazendo com que os trabalhadores disponíveis sejam disputados por diversas oportunidades de emprego. Para o empreendedor Rob Walling, especializado em negócios na internet, apenas o dinheiro não é suficiente para conquistar esses profissionais. Em seu artigo “Nove coisas que programadores querem mais que dinheiro”, ele explica quais são os fatores que motivam um geek a aceitar e se manter fiel a um emprego:

1) Ser configurado para o sucesso

2) Ter uma excelente gestão

3) Aprender novas coisas

4) Exercitar a criatividade e resolver os tipos certos de problemas

5) Ter uma voz

6) Ser reconhecido pelo trabalho

7) Construir algo que importa

8) Desenvolver um software sem ser investigado pelo governo

9) Ter poucas limitações de legado

É importante ressaltar que, apesar da exclusividade de certos tópicos, alguns podem ser aplicados em todas as áreas. Os profissionais, gênios ou não, desejam ter prazos realistas, ser encorajados a pensar individualmente, aprender novas habilidades, ter um trabalho desafiador, receber reconhecimento, realizar algo que faça do mundo um lugar melhor e poder investir em projetos sem ter que fazer reuniões o tempo todo.

As empresas que desejam ter equipes com pessoas competentes e talentosas, que fazem toda a diferença para o sucesso do negócio e são requisitadas em outras vagas devem apresentar essas condições, pois a qualidade do tempo gasto no trabalho torna-se cada vez mais importante. É necessário entender que, mesmo com ótimos salários e com as últimas tecnologias, os próximos Zuckerbergs não querem cargos e sim vidas significativas.

 

Esta notícia foi publicada na Universia, em 25/05/2012