Os cinco erros que um chefe não deve cometer

Data 25/05/2015

Você já sabe o que fazer nos três primeiros meses como chefe. Agora, vamos mostrar quais são os cinco erros mais comuns cometidos pelos gestores de primeira viagem que podem enfraquecer a sua gestão e manchar o seu currículo.

1. Ir com muita sede ao pote 

Chegar com tudo e fazer mudanças sem consultar ninguém gera mais resistência do que engajamento. "O  líder valorizado se coloca como articulador para gerar decisões benéficas para todos", diz Rafael Souto, da Produtive, consultoria de gestão e carreira de São Paulo. 

2. Bancar o super-homem 

Por insegurança, falta de humildade ou medo de ficar vulnerável diante dos subordinados, muitos novos chefes se recusam a pedir ajuda em situações que não dominam completamente, como alguma tarefa operacional. Isso pode causar problemas como atraso no processo, erro na tomada de decisão e risco de passar a imagem de arrogante ou incompetente. 

3. Acumular tarefas 

Quando o profissional passa de subordinado à chefia de uma área da qual tem domínio, resistir à vontade de colocar a mão na passa é um desafio. "Para agilizar o andamento do trabalho, é comum assumir tarefas que são da responsabilidade dos outros", dis José Claudio Securato, da Saint Paul Escola de Negócios, de São Paulo. "Corre-se o risco de passar a imagem de chefe centralizador".  

4. Desconstruir o antecessor 

Tentar impor seu estilo de liderança desvalorizando a gestão anterior só vai colaborar para criar uma imagem de antipatia com o time. É importante entender como a área funcionava antes da sua chegada, mas, para introduzir mudanças necessárias e atrair resultados positivos, não se deve levantar comparações ou críticas destrutivas.

5. Ficar acomodado 

Nem pense que a partir de agora sua rotina será dar ordens e cobrar resultados. Aprodundar-se na área que acabou de assumir, compreender a parte técnica, no caso de ter perfil mais gerencial e vice-versa, e ter uma visão global do trabalho vai salvá-lo de se tornar um chefe superficial – e, possivelmente, com prazo de validade curto.

Esta notícia foi publicada no site da Revista Exame, em 15/05/2015

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