Os prejuízos de um procrastinador

Data 24/11/2014

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos descobriu que 20% dos norte-americanos são procrastinadores crônicos. De acordo com o The Economist, mais de 140 milhões de horas foram perdidas assistindo o vídeo viral “Gangnam Style” no YouTube. Para Carlos Aldan, CEO do Grupo Kronberg, o procrastinador gera prejuízos imensuráveis para as empresas e para a própria pessoa que pratica, pois pode não conseguir cumprir os prazos e se sentir ineficiente e incapaz.

As pessoas procrastinam, isto é, deixam o importante para depois, algumas tarefas que acham chatas ou mais complexas. Em demandas específicas, preferem dar prioridade ao acesso às redes sociais, por exemplo, é o que explica Aldan. “É um processo natural, mas quando essa protelação se torna um hábito, pode prejudicar. Todos nós procrastinamos, mas só alguns são realmente procrastinadores crônicos”, diz ele.

Um dos fatores que desencadeiam a procrastinação contínua é a falta de motivação e inspiração de um líder. “Profissionais que adiam tarefas importantes retardando o crescimento das organizações, são mais bem aproveitados se o líder conseguir entender o motivo que fez com que ele agisse de tal forma, e auxiliá-lo na direção correta”, conta o especialista.

Os prejuízos da procrastinação crônica impactam no faturamento das organizações, tendo em vista que ações urgentes podem ser adiadas. "As empresas que não conseguem cumprir com as obrigações no prazo estipulado ficam com a imagem comprometida no mercado e perdem clientes. Embora seja mais fácil demitir o colaborador, é mais recomendado desenvolve-lo”, conclui Aldan.


Essa notícia foi publicada no site Administradores, em 21/11/2014

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