Suas aplicações em nuvem estão seguras? Descubra agora.

Fábio Hara, Gerente de Marketing de Produto da Microsoft, comenta alguns cuidados que toda empresa deve ter ao utilizar aplicações em nuvem

Quando o tema é a adoção da tecnologia nuvem, logo a “segurança de dados” entra em debate. Afinal, as empresas deixam de arquivar suas informações em grandes data centers cujo domínio é da própria organização, para armazená-los na cloud computing, geralmente pertencentes a um provedor. O Gartner, empresa global de consultoria, inclusive, aconselha que as companhias destinem entre 4% e 7% dos seus orçamentos de TI para segurança em nuvem.

segurança em nuvem

Por que o assunto é tão relevante? De que forma as organizações podem se prevenir? Como o mundo converge para a nuvem, Fábio Hara, Gerente de Marketing de Produto da Microsoft, explica que as ameaças estão cada vez mais sofisticadas. “A medida que o tempo passa, os ataques estão ficando mais inteligentes e difíceis de detectar. Por isso, é tão relevante buscar proteção para o seu ambiente de nuvem”, destaca.

O gerente lista alguns pontos de atenção que toda empresa deve ter ao utilizar aplicações em nuvem. Confira:

1 – Visibilidade unificada

Para Fábio, a primeira orientação é unificar o gerenciamento de segurança e habilitar a proteção avançada contra ameaças para cargas de trabalho de nuvem híbrida. “Cada recurso da nuvem tem uma modalidade específica de segurança, como máquinas virtuais, storage, redes e assim por diante. Então, é importante ter uma ferramenta que centraliza todo o gerenciamento de dados para que o usuário possa controlar as aplicações através de um único ponto”, destaca.

2 – Prevenção de ameaças adaptativa

Fábio pontua que é fundamental fazer análises preventivas da nuvem para identificar ameaças que são comuns a qualquer ambiente e também as adaptativas, ou seja, aquelas que sofrem alterações e tornam o ataque mais imperceptível. “Eu sei que as empresas devem se perguntar: como eu posso visualizar as vulnerabilidades que eu tenho no meu ambiente? Um primeiro ponto é identificar se tem alguma máquina que não está com antivírus instalado ou desatualizado, que não tem os últimos patches ou que não tenha criptografia de disco habilitada”, reforça o gerente.

3 – Detecção e resposta inteligentes

Outro tema que merece destaque é a detecção de incidentes mais refinados. Fábio comenta que já existem ferramentas que usam recursos de machine learning e analytics para responder rapidamente às ameaças virtuais que estão em evolução na nuvem. “Essas soluções permitem que a TI construa um perfil de potencial ataque com base no histórico de ocorrências. Também procura por padrões conhecidos e comportamentos maliciosos, o que facilita a identificação desses possíveis problemas”, completa.

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Caroline Fernandes

Caroline Fernandes

Relações Públicas por formação, há mais de 7 anos estudando sobre RH, inovação e a tecnologia como catalisadora para aprimorar os processos de gestão do capital humano. Inspirada pela filosofia de Simon Sinek, acredito que entender de pessoas é entender de negócios. Junte-se a mim para explorarmos como elevar a gestão de pessoas e negócios a novos patamares.

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