Computação em nuvem: tendência ou realidade no RH?

Data 12/09/2017
computação em nuvem no rh

Durante as últimas décadas, a adoção de uma nova tecnologia sempre começava dentro das empresas para só depois chegar ao uso pessoal. Foi assim com o computador, por exemplo, que foi aderido fora do mundo corporativo, após as pessoas perceberem as vantagens de seu uso nas companhias e conseguirem preços mais competitivos. No entanto, com as novas tecnologias, essa realidade se inverteu. Foi o que percebemos com a utilização dos dispositivos móveis (tablets e smartphones) e mais recentemente com a computação em nuvem.

Consolidada em aplicativos como Waze, Dropbox, Spotify e Netflix, que já fazem parte do nosso dia a dia, a cloud computing também está levando diversas facilidades ao RH. Afinal, se não precisamos instalar ou fazer grandes investimentos para ter acesso a filmes, músicas, mapas e informações meteorológicas, por que deveria ser diferente quando o assunto é a gestão da folha de pagamento ou do recrutamento e seleção?

Motivos para adotar a computação em nuvem

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Mais simplicidade, produtividade e independência são só alguns dos benefícios que o RH pode obter ao investir na nuvem. Cezar Taurion, Diretor e Parceiro de Transformação Digital e Economia da KICK Ventures e ex-evangelista de tecnologia da IBM, lembra que o papel do RH não é se preocupar com sistemas, mas identificar e reter os talentos que irão trazer resultados para o negócio e atuar como um consultor interno para as demais áreas da empresa.

Para ele, a nuvem já é realidade e funciona como a energia elétrica. “Nós utilizamos a luz, mas não precisamos nos preocupar como ela chegou até a nossa casa. Simplesmente pagamos a conta, que varia de acordo com o consumo, e ligamos e desligamos o interruptor. Eu não preciso saber de onde essa energia veio ou por meio de qual distribuidora e linha de transmissão ela chegou. Na nuvem é da mesma forma. Só preciso da funcionalidade que o sistema me entrega. Se ele está rodando na máquina A ou B, se o sistema operacional é Y, se o banco de dados é Z, eu não tenho a mínima ideia, nem posso perder um minuto com isso. Eu tenho que estar focado na gestão de talentos. Ou seja, em buscar profissionais adequados e manter as pessoas mais importantes para a organização engajadas com a cultura da empresa”, completa Cezar Taurion.

Segundo Patrícia Molino, Sócia da KPMG, são muitas as atividades da área de RH que podem se beneficiar com a computação em nuvem. “Temos visto quase todos os processos passarem por transformações com o uso dessa tecnologia. Desde a atração de talentos, onboarding, treinamentos, atividades relacionadas à administração de pessoal, cumprimento de obrigações legais até a gestão de documentos”, reforça.

Cezar Taurion também destaca que a computação em nuvem pode apoiar o RH em muitos momentos, como fusões e integração de dados dos colaboradores, bem como a implantação de um novo processo na rotina do RH. “Também pode ajudar as companhias com o ‘casamento’ entre candidatos aderentes ao perfil da vaga e à cultura da empresa, através da análise de dados das redes sociais, dentre tantas outras funcionalidades”, completa ele.

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