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RH mobile é realidade nas empresas

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Aplicativos móveis passam a fazer parte do dia a dia da gestão de pessoas do recrutamento à sucessão

Transformação digital, atração e engajamento das novas gerações, alinhamento com a estratégia, estímulo às novas competências e aumento de performance. Esses são alguns temas que preocupam a gestão de pessoas e estão sempre presentes na pauta dos CEOs. O que eles têm em comum? A necessidade de contar com um RH mobile para que, de fato, saiam do papel.

RH mobile

Para Marcello Porto, Diretor de Produtos da LG lugar de gente, o sucesso na implementação dessas estratégias dependerá cada vez mais da tecnologia mobile aplicada ao RH. “A afirmação pode parecer forte a princípio, mas os dispositivos móveis mudaram a forma como nos conectamos com o mundo e, claro, transformaram o modo como as empresas devem fazer a gestão de seus colaboradores”, reforça o diretor.

Segundo ele, o RH caminha cada vez mais para plataformas de autoatendimento, muito por conta do perfil das novas gerações que estão chegando ao mercado de trabalho. Marcello reforça que a tendência é que a gestão de pessoas siga o exemplo dos bancos. “O setor bancário, por exemplo, saiu na frente e tem se consolidado como referência em uso de soluções mobile”, destaca.

O que já dá para fazer através dos aplicativos?

RH mobile - LG lugar de gente -Marcello Porto
Marcello Porto, Diretor de Produtos da LG lugar de gente

De acordo com Marcello Porto, muitas atividades já contam com aplicativos móveis. “Eu acredito que o futuro do RH é ser cada dia mais mobile, a começar pela atração de talentos. Hoje, as empresas já têm à sua disposição aplicativos que contam com games, entrevistas por vídeo e recrutamento via redes sociais, facilitando a busca e o cadastro de vagas e, muitas vezes, possibilitando a participação em processos seletivos, que não precisam mais ser conduzidos presencialmente”, explica o diretor.

Mas não para por aí. Marcello reforça que há ainda as tarefas diárias como marcação de ponto, consulta de holerite, solicitação e aprovação de férias, e as atividades relacionadas ao desenvolvimento, como treinamentos, aplicação e formalização de feedbacks recebidos no dia a dia. “A regularização dos feedbacks, algo que sempre foi desejável pelas empresas, mas encontrava barreiras nas ferramentas para se concretizar, tornou-se realidade no mobile, ambiente propício para esse tipo de ação”, pontua ele.

Por onde começar uma estratégia mobile?

Diante dessa necessidade, Marcello comenta que é importante buscar no mercado ferramentas que suportem o crescimento do negócio em longo prazo. “Além disso, priorize aplicativos que estejam em constante atualização e que façam a integração com outros subsistemas da gestão de pessoas, como a folha de pagamento. Por fim, valorize parceiros que estejam atentos às necessidades do seu capital humano. Afinal, são as pessoas que geram valor para as companhias e a tecnologia deve estar sempre a serviço delas e não o contrário”, completa Marcello.

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Caroline Fernandes

Relações Públicas por formação, há mais de 7 anos estudando sobre RH, inovação e a tecnologia como catalisadora para aprimorar os processos de gestão do capital humano. Inspirada pela filosofia de Simon Sinek, acredito que entender de pessoas é entender de negócios. Junte-se a mim para explorarmos como elevar a gestão de pessoas e negócios a novos patamares.

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