Gestão de benefícios: como diminuir custos com saúde?

Data 08/06/2017

Oferecer um bom plano de saúde para seus funcionários tem sido um dos benefícios mais aderidos pelas empresas para atrair e reter seus talentos. Só que nos últimos anos, o custo dessa iniciativa está ficando cada vez mais pesado para as companhias. De acordo com projeções do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), nos próximos 15 anos, os gastos das empresas brasileiras vão quase triplicar, passando de cerca de R$ 106 bilhões para R$ 283 bilhões por ano. São vários os motivos para isso, mas dois fatores principais estão deixando essa conta mais cara: o envelhecimento da população brasileira e a má utilização dos planos de saúde.

Então, qual seria a solução para otimizar o uso desse benefício? Segundo o Diretor de Operações do Serviço Social da Indústria (SESI) – Departamento Nacional, Marcos Siqueira, para obter ganhos mais significativos, é necessário que as empresas realizem um diagnóstico dos fatores de risco do ambiente laboral e dos hábitos de seus trabalhadores. “A partir da identificação dos desafios, deve-se desenvolver um plano de ação em segurança e saúde no trabalho, com definições de prioridades e iniciativas com maior potencial de retorno”, explica ele.

Já deu para perceber que para diminuir os custos com saúde é necessário ter soluções alternativas e medidas que ajudem a controlar esses gastos. Confira 4 dicas que vão apoiar sua empresa nesse desafio!

1 – Divida a responsabilidade

É fundamental criar mecanismos de compartilhamento de custo entre empresa e colaboradores. Por isso, vale a pena avaliar um modelo de coparticipação aderente à realidade dos seus funcionários. Através dessa iniciativa, a companhia divide a responsabilidade com o colaborador e estimula o uso consciente do plano, já que ele também terá que pagar quando utilizar.

2 – Invista na prevenção

Pode parecer clichê, mas a prevenção é uma das maneiras mais eficazes de reduzir o orçamento destinado à saúde. Desenvolver programas de educação, visando a melhoria da qualidade de vida das pessoas é fundamental no controle dos custos assistenciais em médio e longo prazo. Incentive seus colaboradores a fazer consultas e exames periódicos, evitando atendimentos emergenciais, que podem aumentar o absenteísmo da companhia.

3 – Mapeie os riscos

Identificar os riscos de saúde dos colaboradores e seus dependentes pode ajudar a companhia a criar medidas preventivas para grupos que merecem atenção imediata. Assim, a organização pode monitorar, por exemplo, doenças crônicas, como hipertensão e diabetes, e acompanhar de perto essas pessoas, sugerindo mudanças de hábitos e prevenindo quanto ao uso desnecessário do benefício.

4 – Acompanhe o histórico

É importante construir um modelo de gestão integrado às principais ações de saúde da companhia e arquivar essas informações. Ou seja, desenvolver a medicina assistencial e ocupacional, criando bancos de dados históricos, que irão contribuir para o melhor gerenciamento da informação ao longo dos anos. Assim, a empresa também tem a oportunidade de criar programas personalizados para os grupos que mais utilizam o benefício.

Agregando valor à empresa

Para Marcos Siqueira, a otimização dos custos com saúde gera não apenas ganhos econômicos, mas garante a redução do absenteísmo e de valores gastos com despesas médicas, bem como contribui para a valorização da imagem da empresa. “Por isso, as companhias têm aumentado os investimentos nesse tipo de ação. Sobretudo de promoção da saúde, já que, comprovadamente, conseguem aliar o aumento da produtividade à melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores”, completa o diretor.

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