RH investe em games corporativos

Data 30/07/2019
RH e games

Não é segredo que a era digital trouxe diversas mudanças e facilidades para a gestão de pessoas. No entanto, atrair os melhores talentos, desenvolver os pontos fracos e potencializar os fortes e mensurar os resultados continuam sendo desafios para a área de recursos humanos. Nesse cenário, a relação entre RH e games tem se mostrado uma estratégia para otimizar os processos de gestão do capital humano, permitindo que os gestores se baseiem em dados confiáveis para a tomada de decisão.

RH e games

Sua organização sabe como a gamificação e as novas ferramentas criadas com o auxílio da tecnologia podem ajudar nesses processos?

Por que aliar RH e games?

Para Felipe Azevedo, Vice-Presidente da LG lugar de gente, é preciso que as organizações entendam que aliar RH e games não é uma questão de moda. Ele explica que a aplicação correta da ferramenta pode gerar muito valor tanto para o colaborador quanto para a empresa. “A gamificação nada mais é do que uma estratégia para engajar as pessoas com determinado objetivo”, pontua.

As facilidades agregadas à solução transformam essa tendência em um grande aliado da gestão de pessoas. Com sua aplicação em processos de triagem, recrutamento e seleção, onboarding, mapeamento de perfis, treinamento e desenvolvimento, e ainda em avaliações de performance e competências, bem como em análise de clima e cultura organizacional.

Com a possibilidade de aplicação em diversos momentos e com infinitas utilizações, o projeto se torna um investimento útil também para redução de custos. “É importante ressaltar que ele não tem prazo de validade, pode ser usado muitas vezes. Se compararmos com uma formação presencial, por exemplo, o game ainda é vantajoso, afinal, custa bem menos”, garante Felipe.

Do recrutamento à capacitação

Analisando os movimentos de gamificação em mais de 20 países de diversos continentes entre os anos de 2014 e 2019, a TechSci Research, estima que o mercado, avaliado em 2018 em US$ 6,8 bilhões, deve crescer exponencialmente para chegar à marca de US$ 40 bilhões até 2024.

Felipe explica que essa inovação substituiu as experiências anteriores com e-learning, que em muitos casos caíram em descrédito por não adotarem metodologias específicas que fossem atraentes.

Um dos pontos fortes de utilizar gamificação estaria na possibilidade de prever resultados através da análise e estruturação das escolhas feitas pelos participantes do jogo. “O processo é bem diferente do modelo tradicional de aprendizagem, no qual é preciso passar conceitos e depois testar se o conteúdo foi absorvido. No game, desde o primeiro momento, temos um ambiente imersivo e a chave de tudo é a tomada de decisão. Cada escolha do jogador gera um impacto. O caminho que ele percorrerá é consequência direta das decisões que tomou”, esclarece o Vice-Presidente da LG lugar de gente.

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Felipe Azevedo, Vice-Presidente da LG lugar de gente

Com a possibilidade de acessar os diagnósticos extraídos do game, é possível aprimorar o processo de recrutamento a partir dos valores da organização. “Isso acontece porque o game permite desenvolver ou medir competências. E quando é customizado, consegue criar cenários mais próximos da realidade daquela empresa”, completa Felipe.

Diante disso, ao unir RH e games seria possível não apenas medir forças e pontos de melhoria do colaborador, mas também, por meio do ensino adaptativo, estabelecer parâmetros para melhorar futuros treinamentos. “Os jogos ajudam a ‘dar o remédio’ adequado para aquela situação. Com o diagnóstico feito, é possível otimizar o tempo e adequar a formação de acordo com as necessidades. Isso gera muito mais engajamento dos participantes e economia de recursos financeiros para as empresas”, avalia Felipe.

O potencial dos games abrange diversos objetivos dentro de uma empresa. Fatores que antes poderiam tomar muito tempo e que tinham barreiras para mensuração são contornados com o uso da solução. Além disso, com a possibilidade de aplicação de treinamentos, mapeamento de perfis e processos seletivos mais assertivos, a associação entre RH e games se torna um passo a mais na gestão estratégica de pessoas.

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