Por que o RH deve investir em engajamento?

Data 15/05/2017
manter engajamento de equipe

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Identificar e reter talentos, investir em ações de qualidade de vida e garantir um excelente clima empresarial melhoram o nível de satisfação dos colaboradores e garante um bom ambiente de trabalho, certo?! Sim, correto. Mas será que essas ações também são efetivas para gerar engajamento?

Para o Instituto Gallup, essas e outras ações que contribuem com os índices de felicidade organizacional não garantem aumento da produtividade ou dos resultados de negócio. Pelo menos é o que afirma a pesquisa “State of the American Workplace Report“, realizada por eles em 2016, com mais de 195 mil trabalhadores nos EUA.

Segundo o estudo, as organizações têm mais sucesso em aumentar o engajamento e melhorar os resultados do negócio quando tratam os funcionários como partes interessadas no seu próprio futuro e no futuro da empresa. Na prática, quando se concentram em atividades concretas de gerenciamento de desempenho: esclarecendo as expectativas de trabalho e estipulando metas claras e objetivas; oferecendo as ferramentas necessárias para que o trabalho seja realizado; e promovendo relacionamentos positivos entre os colegas de trabalho.

Mas por que se preocupar com o engajamento?

De acordo com o mesmo estudo, 16% da força de trabalho dos EUA está ativamente desengajada (infeliz com sua atividade profissional e disposta a destruir o que os colaboradores mais engajados estão construindo), enquanto 51% está apenas desengajada (indiferente, não gosta nem desgosta de seu trabalho e por isso não entrega sua inteira capacidade).

Empregados que estão engajados são mais propensos a permanecer com a organização, reduzindo o turnover e os custos associados a ele. Eles sentem um vínculo maior com a missão da empresa e seu propósito, o que os tornam eficazes embaixadores de marca. Além disso, constroem relacionamentos mais fortes com os clientes, ajudando a aumentar as vendas e a lucratividade.

Já os ativamente desengajados têm o efeito oposto sobre a prosperidade e crescimento da organização. Eles são mais propensos a prejudicar a empresa, influenciar negativamente seus colegas de trabalho, faltar ao trabalho e afastar os clientes. Para o Gallup, esses colaboradores custam para a companhia entre US$483 bilhões e US$605 bilhões por ano em perda de produtividade.

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