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Para onde vão os bons profissionais? Dicas para investir na atração e retenção de talentos

Data 30/11/2021
Mulher em uma entrevista de emprego

É natural que profissionais de excelência sejam altamente requisitados pelo mercado de trabalho. Assim como já é esperado que toda empresa em crescimento esteja em busca dessas pessoas. Mas os caminhos das duas figuras mencionadas nem sempre se cruzam. Isso acontece porque a atração e retenção de talentos têm se tornado uma questão cada vez mais complexa à medida que os empregados demandam organizações comprometidas com diferentes causas, que permitam uma experiência laboral interessante e que os reconheçam em suas individualidades.

Dessa forma, para que a empresa se torne atrativa, é preciso recorrer ao tripé de pessoas, processos e tecnologia e oferecer uma vivência diferenciada e cuidadosa. Foi esse o assunto tratado no episódio #36 do Podcast Pra Gente.

Elaine Regina, Gerente de Sucesso do Cliente na LG lugar de gente, juntamente com Andrea Simões, Diretora de Gente e Gestão e Tecnologia da Informação na Log-In Logística Intermodal, conversaram sobre o tema e geraram vários insights importantes. Descubra os desafios levantados pelas especialistas e acompanhe as dicas para tornar sua marca empregadora mais forte.

Experiência do colaborador

Para melhorar a atração e retenção de talentos, é fundamental que o RH ofereça projetos com foco na experiência do colaborador. Andrea defende que essa é uma tarefa que exige uma postura de dedicação verdadeira às pessoas.

“É preciso voltar-se ao funcionário de uma forma genuína, de modo que ele se perceba cuidado, operando a sua jornada a partir do olhar dele. Oferecer escuta ativa, com grupos focais de clima para melhorar o ambiente é indispensável. Tudo é uma troca: quando o empregado entende que a empresa cuida, ele trabalha melhor”, afirma a Diretora.

No entanto, proporcionar uma boa jornada interna só será possível com o apoio de líderes que atuem como embaixadores dos valores da organização. “Aquela máxima de que as pessoas abandonam o gestor é um fato. Isso ocorre porque ele não conseguiu comunicar a cultura da empresa, não levou para outras instâncias as necessidades do trabalhador, não teve habilidade de ser humilde, de dar voz para o time ou não teve capacidade de gerar uma boa performance e o colaborador não se sente seguro”, pondera.

Pelo olhar das pessoas

A capacidade de atração e retenção de talentos sofre muita influência de quem atua na organização. Se os profissionais gostam de estar na empresa, aumenta a possibilidade de outras pessoas cultivarem o desejo de também terem um vínculo com ela. “O que vende a empresa é o olhar do colaborador. Gente excelente atrai gente excelente”, diz Andrea.

Vale destacar que muitas foram as mudanças nas relações de trabalho que aconteceram nos últimos anos. “A própria pandemia impulsionou isso fortemente, tanto do lado da empresa quanto do colaborador. As novas gerações também estão fazendo uma transformação porque têm uma visão sobre as práticas de RH bastante diferentes. Modelos e valores estão se tornando os critérios para se colocar à disposição para uma organização”, complementa Elaine.

Por isso, as companhias estão, cada vez mais, disponibilizando acompanhamento, benefícios personalizados, cuidado com a saúde física e mental, feedback constante. “Hoje, as pessoas estão muito mais exigentes em relação ao que a empresa tem a oferecer”, avalia Andrea.

Marca empregadora atraente

As organizações que souberem expor suas qualidades, instigando o desejo de todos de fazer parte da companhia, se destacarão. “É importante mostrar a execução, o que ela faz, no que essa empresa impacta o país e o mercado dela, quais as ações de diversidade e inclusão etc. A gente mostra muito sob uma perspectiva de resultados, mas não com o olhar do que há de bonito na minha operação. É uma estratégia para humanizar o branding para que as pessoas se conectem com a instituição, não só as que vão comprar o serviço, mas o público em geral”, recomenda a Diretora de Gente e Gestão da Log-in.

Como os profissionais que estão nas companhias são a grande chave para a atração e retenção de talentos, a especialista indica que o RH se debruce sobre a comunicação interna. “Como sugestão, eu investiria no endomarketing muito forte com o colaborador. Isso naturalmente vai falar da sua marca de uma forma diferente”, aconselha Andrea.

Transformação digital na atração e retenção de talentos

Antes, o time de RH era acostumado a promover várias entrevistas, usar formulários extensos, digitar o parecer manualmente. Além de sobrecarregar a gestão de pessoas, essas tarefas maçantes também impactam a atração e retenção de talentos.

“Com a tecnologia, é possível fazer processos mais leves, usando algoritmo que calcula a probabilidade de fit cultural, gamificação, entrevistas on-line. A automação veio para fazer as coisas funcionarem de forma mais simples”, comenta Andrea.

Para ela, é necessário retirar o medo que as pessoas têm da transformação digital, citando que não se deve abrir mão do viés humano para avaliar, fazer os contrapontos e realizar entrevistas. “Agora você tem uma precisão maior em relação aos candidatos, com um desgaste menor de quem está selecionando”, explica.

Por fim, com o acúmulo da base de dados, o processo seletivo se torna mais assertivo. “Estamos automatizando ao máximo nossos métodos para que as pessoas tenham mais tempo investindo em gente e os líderes mais agenda livre para estar com seus times, propondo melhorias”, defende.

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